Ensina a Bíblia que a boca diz o que está cheio o coração (Mt12.34). Aqui eu vou compartilhar o que vai em meu coração com você. Espero poder edificar a sua fé e que aqui você encontre uma palavra de conforto e benção na sua vida.

domingo, 18 de novembro de 2012

Nossa Biblioteca

Nossa Biblioteca: Participe da minha vaquinha!

quarta-feira, 30 de março de 2011

Não Morrerei - Marquinhos Gomes ( Clip Oficial Lançamento 2010 )

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

A Familia de volta a Betel

Quando Jacó fugiu da casa de seu pai por ter enganado seu irmão Esaú, com a bençao da primogenitura, o primeiro lugar fora de sua terra que passou foi Betel.
Em Genesis 28:22, Jacó fez ali uma aliança com o Senhor. Agora, Deus fala a ele para que retorne aquele lugar do seu chamado. Retorne ao lugar da aliança.
Era necessário que Jacó reavaliasse sua caminhada cristã, suas frustrações, fracassos, conquistas e seus propósitos.
Deus quer nos mostrar com isso, aspectos da nossa vida que estão sendo negligênciados. Esquecidos...
Deus queria de Jacó e sua família uma decisão de entrega e santidade total a Ele.

Primeiro passo para voltar a Betel

Temos que identificar o que está em desacordo com os propósitos de Deus para nós, como é visto em Gn 31:19-21) Precisamos tomar cuidado com a síndrome de Jacó: nunca constrói nada, tem uma vida ou ministério nômande.

Devemos renunciar os deuses estranhos porque Deus não reparte a sua glória com ninguém. É preciso avaliarmos, em nossa vida, o que estamos "endeusando" mais do que o próprios Senhor. Será nosso emprego? Nosso dinheiro? Nosso carro?, Casa? Ganância? É preciso renunciar (enterrar) a tudo isso.

O carvalho de siquém é o lugar onde você terá que enterrar os deuses estranhos, mas tome cuidado, pois o carvalho é uma arvore muito alta e que se destaca das demais. Assim, é fácil de saber onde ele está e com onde você enterrou esses deuses estranhos. Muitos, nos momentos de crise, retornam ao carvalho e desenterram os deuses estranhos e voltam a velha vida. Tome cuidado.

Segundo passo para voltar a Betel.

Jacó teve que levar sua familia a lavar-se no rio porque estavam sujos devido a caminhada. Temos que mudar nossas vestes. Essas vestes nos falam de nossa conduta diária (Is.61:3). Precisamos manter nossas vestes sempre limpas e nosso corpo coberto nos tempos de crise e batalha (Ap.16:15).

Temos que saber quando devemos comecar as mudanças e por onde começa-las antes de construir algo. Muita gente quer mudar mas não sabe a hora certa e nem o que precia fazer para que a mudança realmente aconteça.

Para mudar, renuncie sempre os deuses e obras do passado. Avalie se tem deuses estranhos e vestes sujas que impeçam você de ser mais comprometido em levantar um altar.

Lembre-se que Deus, sempre, quer te levar a um lugar de santidade. Quando voltarmos, estejamos prontos a levantarmos um altar e sermos cheio do poder e da glória DEle em nossa vida.

Que o Senhor te abençoe.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Fariseus ou Publicanos?

Eu gosto muito das parábolas que Jesus contava. Elas nos mostravam ensinamentos preciosos a respeito do caráter das pessoas.
Na parábola de Lucas 18.9-14, Jesus quer nos ensinar algumas lições sobre o orgulho e a humildade.
Diz assim: "E disse também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros:Dois homens subiram ao templo, para orar; um, fariseu, e o outro, publicano.O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: O Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano.Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo.O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: O Deus, tem misericórdia de mim, pecador!Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado."
O Fariseu nos ensina como se apresenta uma pessoa com o coração orgulho na presença do Senhor.
O coração orgulhoso necessita de atenção, de reconhecimento e só vê a si mesmo. Tudo que faz ou sente, é melhor que os outros.
O orgulho cria uma blindagem no coração das pessoas e impede que o amor de Deus faça algo por elas.
E se ela não permite que o amor de Deus entre e opere uma transformação, então ela também não poderá ser um agente transformador de Cristo na vida de ninguem.
Um coração orgulhoso considera-se perfeito e justo, sem falhas, mas na verdade é um coração acusador (v.11).
O publicano, por sua vez, representa o coração humilde.
A palavra nos diz que ficou a distância, não se preocupando em estar na frente. O coração humilde não se preocupa em ser destaque. Apenas se preocupa em ser.
Ele reconhece que a sua real posição não é dentro de uma igreja. Ele não busca lugar de destaque nela ou na sociedade.
Um coração humilde busca primeiramente um lugar no coração de Deus e em seu reino. Assume o papel de pecador.
Muitas pessoas tem medo ou dificuldades de reconhecer isso.
Em Mateus 6.5-6, Jesus fala sobre oração e sobre os que oram para serem vistos.
Quando nos apresentarmos diante de Deus, temos que ter em nosso coração, sentimentos verdadeiros. Não adianta tentar encobrir para parecer mais espiritual.
Deus lhe conhece!
Independente do que tem em seu coração, o Senhor pode mudar ( e que mudar) a sua vida e te recompensar com muitas benção.
Fique na Paz do Senhor Jesus .

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Tendências globais na família: Aumenta a pressão

Tendências globais na família: Aumenta a pressão

John Flynn
ROMA, 11 de fevereiro de 2007 (ZENIT.org).- Dados recentes mostram que o matrimônio e a vida familiar estão sofrendo pressões em diversos países. Nos Estados Unidos 51% das mulheres em 2005 afirmavam não ter marido, segundo o New York Times de 16 de janeiro. Os números eram de 49% há cinco anos.

A porcentagem de mulheres casadas que vivem com seu marido varia segundo a etnia. Citando dados da Oficina do Censo, o artigo afirmava que somente 30% das mulheres negras diziam viver com seu marido, em contraposição de 60% das mulheres asiáticas. No meio termo estão as mulheres hispânicas, com 49%, e as mulheres brancas não hispânicas, com 55%.

As estatísticas levam em conta as mulheres com mais de 15 anos, que somam 117 milhões. Deste total, 63 milhões estão casadas. Este número cai, no entanto, até 57,5 milhões quando se leva em consideração o número de mulheres separadas ou o daquelas cujos maridos não vivem em casa.

Esta afirmação do artigo do New York Times depende, não obstante, de como se interpretam as estatísticas. No grupo das mulheres sem maridos se incluem aquelas que têm esposos trabalhando longe de casa, e os que são militares. Ademais, ao incluir todas as mulheres com mais de 15 anos, o número de não casadas aumenta devido às adolescentes, que normalmente se espera que se casem no futuro.

A situação é pior na Inglaterra, segundo dados publicados no ano passado. Atualmente, na Inglaterra e em Gales há mais mulheres solteiras, divorciadas e viúvas que casadas, segundo a Oficina Nacional de Estatística (ONS), informava o Telegraph em 19 de dezembro.

Os dados revelam que, entre 1996 e 2004, o número de mulheres divorciadas e solteiras subiu em um milhão e meio. Segundo a ONS, em 2003 havia 11 milhões de mulheres casadas, em comparação com as 10,89 milhões de solteiras, divorciadas ou viúvas. Os números mudaram no ano seguinte. Em 2004 os dados oficiais mostram que o número de mulheres casadas caiu até 10,93 milhões, enquanto que o de solteiras, divorciadas ou viúvas subiu até 11,9 milhões.

Os jovens, especialmente as mulheres, cada vez adiam mais o matrimônio. No início dos anos 70, informava o artigo do Telegraph, 85% das mulheres se casavam antes dos 30, em comparação com as estatísticas atuais que mostram que menos de 33% das mulheres estão casadas antes dessa idade.

O índice de gravidez na adolescência também é muito alto na Grã-Bretanha. Segundo um estudo publicado no ano passado pelo Trust for the Study of Adolescence, uma das razões poderia ser que as meninas adolescentes vêem o fato de tornarem-se mães como uma alternativa ao permanecer na escola, ou ligam-no à possibilidade de trabalhar em um posto de baixo salário.

Informando sobre o estudo em 16 de julho, o periódico britânico Independent indicava que o estudo desafia a idéia de que a gravidez na adolescência se deve à ignorância sobre a anticoncepção.

De fato, os nascimentos entre adolescentes estão estreitamente relacionados a fatores socioeconômicos, com 10 vezes mais adolescentes mães entre as famílias de baixa renda que entre as que têm uma situação econômica saneada. Os resultados do estudo se baseiam em entrevistas com mães dentre 13 e 22 anos que vivem em seis zonas empobrecidas da Grã-Bretanha. O Independent observava que os benefícios sociais para as mães adolescentes custam ao governo britânico centenas de milhões de libras ao ano.

Estancamento nos matrimônios
No Canadá o número de matrimônios tem se estancado, segundo dados publicados pela agência governamental Statistics Canada em 17 de janeiro. O organismo informava que em 2003 o total de casais que se casaram foi de 147.391. O número foi somente de 653 a mais que no ano anterior e somente 773 a mais que em 2001.

Statistics Canada informava um índice de matrimônios de 4,7 por cada 1.000 pessoas em 2003. Indicava que era um índice muito mais baixo que o dos Estados Unidos, que têm 7,5. O índice mais baixo de matrimônios tem sido o da província de Quebec, com 2,8 por 1.000. O informe afirmava que isto se deve em parte ao alto número de coabitações entre os casais. Os dados do censo de 2001 indicavam que em Quebec 29,8% de todas os casais são relações de fato, ou seja, que moram juntos.

As estatísticas de 2003 também mostravam que os solteiros seguem adiando o matrimônio. No Canadá (excluindo Ontário), a idade média das pessoas que se casam pela primeira vez foi de 30,6 para os homens e 28,5 para as mulheres. Comparada com a situação de 30 anos atrás, a média de idade para o primeiro matrimônio tem subido cinco anos em ambos sexos.

A vida familiar também oscila na França, observava um artigo publicado no Washington Post em 21 de novembro. Em 2004, o último ano em que há números disponíveis, o índice de matrimônios na França foi de 4,3 por cada 1.000 pessoas. Os únicos países com índices mais baixos que o da França foram Bélgica, com 4,1, e Eslovênia, com 3,3, observava o artigo.

Os nascimentos fora do matrimônio superam a metade do total, somando 59% de todos as crianças francesas primogênitas nascidos em 2005.

A informação da Irlanda também revela problemas para as famílias ali. Segundo um artigo publicado pelo site www.catholicireland.net em 4 de novembro, o rápido crescimento em riqueza e prosperidade do país nos últimos 15 anos «está em paralelo com aumento do índice de divórcios, taxas de natalidade mais baixas, e o aumento do número de crianças nascidas fora de matrimônio».

Os dados publicados sobre o país no Central Statistics Office Yearbook para o ano 2006 revelavam que o número de pessoas separadas (incluídas as divorciadas) aumentou de 87.800 em 1996 a 133.800 em 2002. O divórcio se legalizou em 1997.

O número de casais de fato, todavia baixo com relação a outros muitos países, tem mais que dobrado. Os casais de fato somaram 8,4% de todas as unidades familiares em 2002, acima dos 3,9% de 1996. Os nascimentos fora do matrimônio também aumentaram, alcançando 32% de todos os nascimentos em 2005, em comparação com 25% de 1998.

Vantagens do matrimônio
O declive da vida matrimonial tradicional tem lugar em um momento em que os estudos seguem confirmando as vantagens de famílias casadas estáveis, tanto para os pais como para os filhos. Um estudo publicado em maio de 2006 na revista Demography observava que os casais de fato tendem a ser de breve duração, com cerca da metade chegando a seu fim em menos de um ano.

Além disso, os casais de fato não costumam ser um passo antes do matrimônio, especialmente entre as mulheres com baixas rendas, posto que nos seguintes cinco anos somente se casará um terço de ditos casais.

Estar casado ajuda a viver mais, informava o periódico Scotsman em 10 de agosto. Um estudo de quase 67.000 adultos descobriu que aqueles que nunca se casaram têm uma probabilidade maior de sofrer de uma morte precoce.

O estudo, de Robert Kaplan e Richard Kronick da Universidade da Califórnia, foi publicado no Journal of Epidemiology and Community Health.

Descobriram que as vantagens do matrimônio não podiam explicar-se pelos hábitos pessoais, como fumar ou beber. Afirmaram que o isolamento social poderia ser o culpado.

Um estudo de 20.000 australianos também encontrou grandes vantagens para o matrimônio, informava o periódico Sydney Morning Herald em 12 de abril. O estudo levado a cabo por investigadores da Universidade de Melbourne descobriu que uma vida familiar estável conduz a uma melhor educação, a uma maior riqueza no lar, e freqüentemente é uma melhor oportunidade para que os filhos cresçam e tenham relações mais felizes eles mesmos.

Leah Ward Sear, presidenta do Tribunal Supremo de Georgia, também defendia o matrimônio, em um artigo de opinião publicado pelo Washington Post em 30 de outubro.

Alguns especialistas em legislação familiar, observava, sustentam a necessidade de leis que apóiem "uma ampla variedade de formas familiares". Não obstante, baseando-se em sua experiência judicial, Sears comentava que a forma tradicional de matrimônio "se tem associado sempre a um impressionante e amplo arsenal de frutos positivos tanto para as crianças como para os adultos".

Os conflitos legais por motivo da ruptura familiar são altíssimos, acrescentava Sears. Na Georgia, os casos de relações domésticas somam atualmente 65% de todos os casos do Tribunal Supremo. Isto não somente impõe uma pesada carga para os recursos judiciais e do governo como também é uma "tragédia" para as crianças.

"Aceitar o declive do matrimônio como inevitável significa abandonar muitos de nossos filhos", concluía Sears.

imagem: família sobre pressão


 
Fonte: Agência ZENIT - ZENIT.org
Publicado no Portal da Família em 28/01/2008

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Kamila e seu Pai



Braulia Ribeiro




“Aos olhos dela, aquele pai se transforma na melhor pessoa do mundo. Ela age na segurança que tem do amor prático e humano do pai”
Quando Kamila chegou aqui, eu não a entendi muito bem. Andava ocupadíssima gerenciando uma conferência para 300 pessoas, mais umas tantas quantas que iam e vinham. Havia necessidade de fornecer café, almoço e jantar para todos, quase sem dinheiro, e também atender preletores dos mais diversos tipos – desde a cantora Baby do Brasil, um furacão de energia, até Loren Cunningham, outro furacão de visão e poder de Deus.

Mas a Kamila sentava-se bem na frente. Era a primeira a levantar a voz quando se pedia uma oração voluntária. Estava sempre disposta a pegar o microfone com ímpeto verborrágico. Tinha-se a impressão de que ela vinha de um lugar onde não a deixavam falar e que, como ali encontrou espaço, livrava-se da mudez compulsória ansiosamente. Nada disso. Kamila sempre falou onde quis e o que quis. Numa análise superficial, muitas vezes não se entendia o que ela queria dizer. As falas de Kamila foram enigmáticas para mim durante alguns dias – uma profusão de metáforas e gírias. Até que aprendi a interpretá-la, e então me surpreendi com a profundidade de seus insights e de seu amor por Deus.

Bem, Kamila foi viciada em drogas por dez anos. Começou a usar entorpecentes aos quatorze, e hoje tem 25 anos; portanto, já está liberta há um ano. Ela foi ao fundo do poço do vício da cocaína e Deus a resgatou em um dia. Um dia! A moça conta que, naquele dia, chorou por várias horas seguidas e que, enquanto chorava, uma cadeia de reações restaurava dentro dela a dor acumulada em tantos anos perdidos. Ela percebeu, afinal, as seqüelas da droga na sua mente, a verdadeira sensação que o tóxico causava. Quando se levantou, era outra Kamila: inteira, completamente curada.

Mas o que mais me impressiona nela é seu relacionamento com seu pai. Depois que aquele evento terminou, comecei a conviver com Kamila mais de perto. Ela passou a freqüentar nossa casa nas horas vagas. Usava o computador, assistia TV e brincava com as crianças. Ela tem um hábito curioso: liga para o pai sem parar. Liga quando dá uma topada no dedo e sente dor; liga quando precisa de um xampu especial para o cabelo, difícil de ser encontrado; liga quando alguém lhe diz algo de que não gosta. Enfim, liga quando está triste e quando está alegre.

Quando alguém dizia algo que a feria, Kamila se queixava ao telefone: “Pai, o fulano me disse isso e isso, mas sabe, eu sei que não é verdade. Eu sei que ele está errado, mas pai, me diz alguma coisa”. E, do outro lado, o pai dizia sempre algo que a consolava. Aí, ela voltava para contar: “Olha, meu pai disse algo que me fez pensar melhor sobre a situação”. Algumas vezes, observando a reação de Kamila, eu me congratulava, em pensamento, com aquele pai. Que bom que, mesmo de longe, ele pudesse transmitir tanta segurança para a filha. Outras vezes, quando ouvia o conselho que ele dava a Kamila, admirava sua sabedoria.

No entanto, nós estimulávamos aquela moça a resolver ela mesma seus problemas e só ligar depois, contando ao pai a solução. Afinal, esta era a postura “madura” que se deveria esperar de uma mulher de 25 anos – lidar sozinha com as mazelas da vida, não depender emocionalmente de ninguém. O senso comum nos leva a crer que adultos sadios devem ter esta autonomia. Observando Kamila, descobri, no entanto, que o senso comum nem sempre nos guia ao caminho certo. Na medida em que acompanhávamos seu relacionamento com o pai, aprendíamos mais a respeito de amor e dependência como sendo algo essencial para a segurança de alguém. Inclusive, de gente grande como ela.

Fui ficando curiosa. Como seria aquele pai tão fantástico? Parecia até um homem de outro mundo – um pai que sabe amar, ouvir e entender a filha. Kamila me contou que, quando usava drogas, seu pai lhe deu um cartão de crédito para que ela não precisasse se prostituir. Aquele fora um presente que lhe custou sacrifício, mas seu cuidado com a filha estava acima de tudo. Assim, ela quebrou a conta do pai, mas não precisou se vender e nem dilapidar as jóias da mãe. Hoje, ela olha para o passado, lembra tudo o que fez e enxerga, no carinho do pai, a mão protetora de Deus.

Eu pensava com meus botões o quanto aquele homem seria excepcional e quanto tinha para nos ensinar a todos sobre calma, paciência, amor, carinho. Um belo dia, viajei para dar umas palestras na terra de Kamila e tive finalmente oportunidade de conhecer seu pai, Odair. Encontrei-me também com seus irmãos e conheci sua mãe, separada do pai havia mais de dez anos. Fomos todos almoçar. Tudo transcorreu normalmente; seu Odair, de fato, pareceu-me um homem bom e simples, com um rosto marcado pelo sofrimento.

Voltei para minha casa na selva ainda sem entender tudo que presenciara, mas depois, aos poucos, me foi vindo a compreensão. Seu Odair teve um paciência grande; viveu um intenso sofrimento, mas não é nenhum super-homem. Quem é excepcional é Kamila. Ela sabe amar. Aos seus olhos, aquele pai se transforma na melhor pessoa do mundo. Seu amor e sua entrega exigem dele o melhor. Não é a insegurança que a torna dependente; antes, ela age na segurança que tem do amor prático e humano do pai. E, porque ela ama, este amor a torna completa sem que seja; capaz e incapaz ao mesmo tempo; vulnerável e invulnerável.

É assim também que Deus nos ama. O texto de João 13:1 diz que ele amou os seus que estavam no mundo – e amou-os até o fim. Eles os amou mesmo sendo medíocres, traidores, falíveis. E este amor dedicado os tornou um grupo de homens que mudou a história da humanidade. O amor de Jesus não só os aceitou e tolerou, mas atribuiu-lhes um destino extraordinário. Jesus os amou com fé não em quem eram, mas em quem o Senhor mesmo era capaz de transformá-los.


Bráulia Inês Ribeiro é missionária.

terça-feira, 27 de julho de 2010

A história de Zac Smith

Compromissos de um Homem de Deus


O que é um homem de Deus? Como podemos conhecê-lo? Quais são suas marcas? O que rege a sua vida? O apóstolo Paulo escrevendo sua primeira carta a Timóteo, nos versículos 11 a 16, acentua quatro importantes compromissos de um homem de Deus. O homem de Deus é conhecido por aquilo de que ele foge, segue, combate e guarda. Vamos examinar esses pontos.

1. O homem de Deus é conhecido por aquilo de que ele foge (1Tm 6.11) – Paulo diz: “Tu, porém, ó homem de Deus , foge dessas coisas...”. De que coisas um homem de Deus deve fugir? Deve fugir da inveja, da difamação, das suspeitas malignas, das contendas e brigas sem fim e, sobretudo, da ganância, ou seja, do amor ao dinheiro, que é a raiz de todos os males (1Tm 6.3-10). Aqueles que se entregam à maldade e à avareza atormentam-se a si mesmos e caem no laço do diabo. Um homem de Deus não é apegado às coisas materiais. Ele não ama o dinheiro, mas o Senhor. Ele busca uma vida santa e sabe que a piedade, com contentamento, é grande fonte de lucro. Muitas pessoas são escravas de Mamom. Prostram-se diante desse ídolo, chamado dinheiro, e são ávidas pelo lucro, mesmo que para obtê-lo tenham que se envenenar de inveja, ódio e cobiça.

2. O homem de Deus é conhecido por aquilo que ele segue (1Tm 6.11) – O apóstolo Paulo continua: “... segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão”. Um homem de Deus foge do pecado e segue a virtude. Ele abomina o mal e anseia pelo bem. Ele foge da injustiça, mas busca o que é justo mais do que o ouro e a prata. Ele foge da vida promíscua e impura e segue a piedade. Seu prazer não está no dinheiro, mas em Deus. Ele foge da incredulidade e segue a fé. Ele se deleita na Palavra e crê de todo o seu coração nas promessas do Eterno. Ele foge das altercações sem fim, das brigas empapuçadas de mágoa e segue o amor. Ele foge do estilo de vida inconstante daqueles que correm atrás do vento e segue a constância. Ele foge do destempero emocional e segue a mansidão.

3. O homem de Deus é conhecido por aquilo que ele combate (1Tm 6.12) - O apóstolo ainda escreve: “Combate o bom combate da fé, toma posse da vida eterna...”. Havia aquele tempo, como ainda hoje, muitos falsos mestres espalhando suas heresias. Timóteo devia entender que a vida cristã é uma luta sem trégua e sem pausa contra o erro e na promoção da verdade. Ele deveria como soldado de Cristo, combater o combate certo, com a motivação certa. Há muitas pessoas que entram na luta errada, com as armas erradas e com a motivação errada. Timóteo não devia brigar por causa de dinheiro, mas combater em defesa da fé verdadeira. Timóteo deveria nessa batalha em favor da fé, tomar posse da vida eterna. Ele deveria estar convicto e seguro daquilo que Cristo tinha feito por ele e nele, e então, sair bravamente em defesa da verdade.

4. O homem de Deus é conhecido por aquilo que ele guarda (1Tm 6.14) – Finalmente, Paulo diz: “que guardes o mandamento imaculado, irrepreensível, até a manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo”. Muitos obreiros haviam se desviado do caminho, como Demas. Outros haviam se intoxicado de soberba como Diótrefes. Ainda outros haviam sido seduzidos pelas heresias dos falsos mestres. Mas, um homem de Deus deve guardar o mandamento, a Palavra de Deus, vivendo de maneira irrepreensível até a volta do Senhor Jesus. Um homem de Deus não negocia a verdade nem transige com seus absolutos. Um homem de Deus não se rende à tentação do lucro em nome da fé nem abastece seu coração com as ilusões de doutrinas estranhas às Escrituras. Um homem de Deus ama a Palavra, guarda a Palavra, vive a Palavra e prega a Palavra.

Que vejamos nesta geração o surgimento de muitos homens de Deus, gente disposta a fugir do pecado, a seguir a justiça, a combater o bom combate da fé e a guardar a Palavra, vivendo uma vida imaculada e irrepreensível.

domingo, 27 de junho de 2010

Matando a fome e a sede

Lendo o evangelho de João me deparei com uma passagem muito famosa e interessante que ficou conhecida como "Jesus o pão da vida". Intrigado o espírito Santo me levou a ler e reler essa passagem algumas vezes. Pedi intendimento e o que me veio deixo aqui para compartilhar com você.
Quero explorar com profundidade o versículo 35.
Vamos ao texto:
32 Disse-lhes, pois, Jesus: Na verdade, na verdade vos digo: Moisés não vos deu o pão do céu; mas meu Pai vos dá o verdadeiro pão do céu.



33 Porque o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo.


34 Disseram-lhe, pois: Senhor, dá-nos sempre desse pão.


35 E Jesus lhes disse: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede.
"AQUELE QUE VEM A MIM NÃO TERÁ FOME..."
Entendemos que o pão mata a fome. Usamos aqui em nosso estamos um termo chamado  "brocado" para representar que estamos com fome e que temos um buraco no estomago. em outras palavras, queremos dizer que estamos famintos.
O pão preenche esse buraco, esse vazio espiritual. No entanto, Mateus 3,4 nos ensina que "nem só de pão vive o homem".
Aprendemos que "aquele que vem a mim..." significa, por exemplo, ir até Jesus. chegar próximo dele. Até mesmo avistar Jesus.
A multidão ia até o Salvador e este a alimentava. Matava sua fome. Multtiplicou mais de uma vez pães e peixes. No entanto o verbo vir, nos dá o sentido de um encontro superficial com Jesus.

"E QUEM CRÊ EM MIM NUNCA TERÁ SEDE."
O que mata a sede? Água.
E quando falta água? Imagine um lugar sem água. Seco...árido.
A água tem a propriedade de transformar o lugar seco em um lugar fértil. Crêr em Jesus é transformar-se. Em 2Co 5.17 apredemos que "as coisas antigas já passaram e eis que se fizeram novas." Uma pessoa verdadeiramente tocada pelo espírito santo de Deus é transformada e tornar-se nova criatura.
Muitos vão a Jesus, mas ficam apenas indo e não passam de um relacionamento superficial.
TRANSFORMAÇÃO!!!
Está na hora de irrigarmos esse relacionamento, está na hora de nos aprofundarmos.
Deus tem mais para nos dar. Precisamos crêr nisso!
Transformar nossa forma de ver Cristo, de entender Cristo e estar com Cristo.
Talves por essa falta de relacionamento profundo com Deus que muitas familias, relacionamentos, empregos e ministérios, não estejam em um patamar mais elevado.
No livro de Ezequiel 47.12 temos que 12 E junto ao rio, à sua margem, de um e de outro lado, nascerá toda a sorte de árvore que dá fruto para se comer; não cairá a sua folha, nem acabará o seu fruto; nos seus meses produzirá novos frutos, porque as suas águas saem do santuário; e o seu fruto servirá de comida e a sua folha de remédio.
E completando esse entendimento Apocalipse 22.1 diz 1 E mostrou-me o rio puro da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro.
Nós que já chegamos a Cristo, temos muita sede. A palavra nos diz que há um rio de águas vivas que flui do trono de Deus e chega a nossas vidas para que matemos essa sede. Esse rio nos espera.
Que possamos beber neste rio, certos de que essa águas nos purificam e nos levam a querer beber mais e mais e mais.
Purificados, podemos estar certos de que Deus não encontrará impedimentos para se relacionar da forma como Ele deseja. E já aguarda por isso a bastante tempo.
Que Deus possa abençoar a sua vida imensamente.

Ouvindo a voz do Senhor

No evangelho de Lucas 10.38-42 temos: 38 E aconteceu que, indo eles de caminho, entrou Jesus numa aldeia; e certa mulher, por nome Marta, o recebeu em sua casa;
39 E tinha esta uma irmã chamada Maria, a qual, assentando-se também aos pés de Jesus, ouvia a sua palavra.
40 Marta, porém andava distraída em muitos serviços; e, aproximando-se, disse: Senhor, não se te dá de que minha irmã me deixe servir só? Dize-lhe que me ajude.
41 E respondendo Jesus, disse-lhe: Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; E Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada.

Duas mulheres, Marta e Maria.
Marta encontrava-se ocupada, com muitas coisas para resolver, tentando "agradar" a Jesus. Deixar o Salvador o mais confortável possível.
Maria procurou adotar uma outra postura. Resolveu ficar aos pés de Jesus, ouvindo a seus ensinamentos.
Esta ultima preferiu ouvir a voz do Senhor.
Nossa vida é feita de escolhas. Uma escolheu arrumar a casa para talves impressionar Jesus, enquanto a outra escolheu parar tudo para ouvir.
Temos muita necessidade de falar. Quando falamos nós nos sentimos vivos. Ouvi o som de nossa voz, nos deixa animados. Soa como mel ouvir nossas própias palavras.
Muito embora, seja gratificante, devemos ter cuidado com o que vamos dizer. No evagelho de Tiago, capítulo 3, temos: 5 Assim também a língua é um pequeno membro, e gloria-se de grandes coisas. Vede quão grande bosque um pequeno fogo incendeia.

6 A língua também é um fogo; como mundo de iniqüidade, a língua está posta entre os nossos membros, e contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, e é inflamada pelo inferno.
Falar é bom, mas será que a contra partida também é válida? Será que sabemos ouvir? Você já tentou ouvir alguém sem interromper? Já interrompeu alguém alguma vez com a célebre frase "já sei onde você quer chegar!" ou "já sei  o que você dizer!".
Ouvir é difícil. Exige treinamento.
O jovem Samuel já ministrava, já falava do Senhor, mas ainda não havia ouvido a voz de Deus.
Ouvir significa prestar atenção. Obedecer.
Escutar é tornar-se atento para ouvir.
Na escola, quantas vezes o professor falava e nós queríamos dar no pé? Estar longe dali. Mas, porque? aula chata? Não, porque o modelo de aula que normalmente se usa nas escolas é "eu falo e você ouve, ok?"
Nós não somos treinados para ouvir. Precisamos nos dispor a ser como Maria. Largar tudo para simplesmente ouvir a voz de Deus. Deus tem muito a nos dizer mas estamos sempre preocupados e pedir (dizer), parece que se não temos nada a dizer, tem algo de errado.
Errado é "atropelar" ou impedir o agir do Espírito Santo.
O livro de Eclesiastes 3,7 diz: 7 Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
Tempo de falar e tempo de estar calado... As vezes o silêncio diz mais do que mil palavras, não é assim?
Fiquemos calados um tempo e escutemos o que nosso Deus tem para nos dizer.
Que Deus te abençoe.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

A FAMILIA QUE SERVE A DEUS

Malaquias 3:14-18 e 4:1-6
Você acha que há alguma diferença entre uma família que serve a Deus daquela que não serve a Deus? Há diferença entre uma família que teme a Deus e anda nos seus caminhos daquela que não teme a Deus e não anda nos seus caminhos? Vale a pena servir a Deus, cumprir seus mandamentos e ser honesto nos dias atuais?
I – A FAMÍLIA QUE SERVE A DEUS PASSA A PERTENCER A ELE Deus disse que a família que temesse ao Senhor e decidisse servi-Lo, Ele mesmo a tomaria por possessão particular, seria considerada família de Deus (Mal 3:17). Ora, se a família pertence a Deus, quem ousará fazer-lhe algum mal? Quem poderá ir contra essa família que é propriedade exclusiva de Deus?
Convidamos você e toda a sua família a servir fielmente ao Senhor nosso Deus, pois Ele toma para si todos aqueles que o servem. Ele guarda, protege e salva todos os que decidem servi-Lo! Decida, agora mesmo, servir ao Senhor, entregar-se a Ele e tornar-se Sua propriedade exclusiva e você e toda a sua família será grandemente abençoada com paz, prosperidade e salvação!
II – A FAMÍLIA QUE SERVE A DEUS PASSA A VIVER FELIZ
Deus prometeu que todos aqueles que decidissem servi-Lo, temê-Lo e respeitar o Seu nome, experimentariam “o sol da justiça, trazendo curas nas suas asas” (Mal 4:2) e saltariam de alegria e felicidade, assim como os “bezerros na estrebaria” que saltam de alegria e felicidade por terem sido amamentados e cuidados pela sua mãe.
A paz, a alegria e a felicidade prometidas por Deus para aqueles que o servem e são chamados pelo seu nome é diferente da paz e alegria que o mundo oferece (João 14:27). Essa paz, alegria e felicidade que Deus nos dá jamais acabará e ninguém poderá roubá-la. Decida ser feliz, juntamente com toda a sua família, servindo a Deus e entregando a sua vida a Ele, recebendo-O como Senhor e Salvador da sua vida!
III – A FAMÍLIA QUE SERVE A DEUS SERÁ SALVA
O profeta Malaquias anuncia que Deus tem um dia reservado para o grande julgamento final e esse dia “vem ardendo como fornalha e todos os soberbos e todos os que cometem impiedade serão queimados e não ficará nem raiz nem ramo” (Mal 4:1). Mas para aqueles que temem ao Senhor e o servem, para aqueles que já entregaram a sua vida nas mãos do Senhor e do Seu Filho Jesus, esses “não entrarão em julgamento, mas já passaram da morte para a vida” (João 5:24).
Deus ainda hoje nos dá a oportunidade de sermos salvos do “grande e terrível dia de julgamento”. Ele criou um dia para nos salvar e esse dia é hoje, é agora! Entregue a sua vida a Jesus, decida servi-Lo e seja salvo!
CONCLUSÃO: Deus promete “converter o coração das famílias” para que vivam em paz e longe de maldições (Mal 4:6). Você deseja paz na sua família? Então deixe Deus converter o seu coração para que a paz, alegria e a salvação venha sobre a sua vida e alcance toda a sua família (Atos 16:31)!
Deus prometeu mostrar claramente a grande diferença que há entre as famílias que servem a Ele e as que não servem (Mal 3:18). Todos verão isso e dirão: vale a pena servir ao Senhor! Qual é a sua decisão? Você deseja servir a Deus, entregando a sua vida ao Senhor Jesus?

Retirado do site Minitério Internacional Batista do Avivamento

A proporção da Gratidão

A Proporção da Gratidão‏

Um dos dez, vendo que fora curado, voltou, dando glória Deus em alta voz, e prostrou-se com o rosto em terra aos pés de Jesus, agradecendo-lhe e este era samaritano. Então, Jesus lhe perguntou: Não eram dez os que foram curados? Onde estão os nove? (Lc.17:15-17)

O Grande Agostinho de Hipona, popularmente conhecido como Santo Agostinho, um dos grandes teólogos da igreja de todos os tempos. Escreveu uma obra em formato de oração denominada “Confissões”.

Nesta obra, de caráter biográfico ele registra todos os acontecimentos da sua vida desde a sua infância, formação intelectual, sua vida desregrada, as inúmeras orações de sua mãe Mônica pela sua conversão, o seu encontro com Ambrósio, o voltar-se para Deus.

Se tivéssemos que destacar o tom geral da obra, diríamos que se trata de uma grande oração em gratidão a Deus por todos os seus benefícios e por todos aqueles que foram os vetores de Deus na tarefa de abençoar a sua vida. Sem dúvida esta obra só poderia ser escrita por alguém que compreendeu profundamente as circunstancias da vida e aprendeu a desenvolver a Gratidão.

No evangelho de Lucas, vemos um episódio em que o Senhor Jesus cura um grupo de dez leprosos. Nesta ocasião, Jesus manda que os dez se apresentassem no templo aos sacerdotes para cumprirem todas as especificações da lei, os dez de fato haviam sido curados, mas só um deles agradeceu. Somente um deles fez o caminho de volta para agradecer Àquele que havia sido a fonte da sua cura.

Nesta história aprendemos algumas lições preciosas sobre a gratidão.

I- A Gratidão tem haver com a percepção dos benefícios.

Muitos são abençoados, mas poucos param para refletir sobre o quanto foram ajudados, estimulados, amados, capacitados ou protegidos. Muitos desejam muito algum benefício, mas quando o recebem logo se esquecem daqueles que os abençoaram. É triste, mas é verdadeiro. A ingratidão vem do esquecimento dos bens e a gratidão vem percepção dos benefícios.

II- A Gratidão não retorna na mesma proporção do bem que é feito.

Por esta razão, àqueles que fazem o bem não devem desanimar. Se você faz o bem às pessoas esperando reconhecimento você pode se frustrar. Aqueles que fazem o bem devem fazê-lo por que isto é bom e não por que serão reconhecidos por isto.

III- A gratidão traz uma benção ainda maior do que o bem recebido.

Aquele leproso, samaritano, havia encontrado o caminho de volta a Jesus o reconhecendo por tudo o que Ele havia feito. Este é o caminho da gratidão no que se refere aos homens e o caminho do louvor e da adoração no que se refere a Deus. Este samaritano agradecido encontrou antes de muitos do povo de Israel o salvador.
Os noves leprosos voltaram para suas casas livres de uma doença, este leproso voltou livre de todos os seus pecados.

IV – A Gratidão ou a Ingratidão determinará a forma como seremos reconhecidos no futuro.

Eu fiz a minha decisão, eu gostaria de ser reconhecido no futuro como alguém que optou por ser grato a Deus em primeiro lugar, mas também a todos àqueles que foram usados por Deus para me abençoar e me fazer o bem. Que você querido irmão faça a escolha certa e colha no futuro os resultados desta escolha.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Sei que vício é pecado...

...mas estou viciado neste vídeo. A música é linda demais. Quero compartilhar com você e se você se viciar também que o Senhor nos ajude...rsrsrsr

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Para Refletir...

De volta à bloguesfera. Mais de 1 mês sem postar nada. Vou tentar atualizar aos poucos.

Inicio com um texto muito interessante. Serve para dar uma analisada em como estamos nos portando diante de Deus e dos homens.

Controlando o seu ser

Certa vez um avô disse a seu neto, que veio a ele com raiva de um amigo que tinha feito uma injustiça com ele. – Deixe-me te contar uma história. Eu mesmo, algumas vezes, senti grande ódio àqueles que aprontaram tanto, sem qualquer arrependimento daquiloque fizeram.
Mas o ódio corrói você, mas não fere seu inimigo. É o mesmo que tomar veneno, desejando que seu inimigo morra. Eu lutei muitas vezes contra estes sentimentos. E ele continuou a falar assim: -É como se existissem dois lobos dentro de mim. Um deles é bom e não magoa. Ele vive em harmonia com todos ao redor dele e não se ofende com nada.
Mas, o outro lobo, este é cheio de raiva. Mesmo as pequeninas coisas o lançam num ataque de ira! Ele briga com todos, o tempo todo, sem qualquer motivo. Ele não pode pensar porque sua raiva e seu ódio são muito grandes. É uma raiva inútil, pois sua raiva não irá mudar coisa alguma.
Algumas vezes é difícil de conviver com estes dois lobos dentro de mim, pois ambos tentam dominar minhas atitudes.
O garoto olhou intensamente nos olhos de seu Avô e perguntou: – E qual deles vence, vovô? O Avô sorriu e respondeu baixinho: – Aquele que eu alimento com mais freqüência.
Retirado de Diário Gospel